Santiago, 2017 – dias 1 e 2.

07/09/2017

Infelizmente, uma das grandes tradições deste blog foi se perdendo ao longo do tempo: o acompanhamento em tempo (quase) real das minhas viagens. Em 2010, fui a Nova York pela primeira vez. Durante a viagem, com o passar dos dias, eu ia escrevendo posts contando como estava sendo a viagem. Foram quatro posts, ao total (post 1post 2post 3post 4), mas alguns posts subsequentes após a minha volta ao Brasil.

No final desse mesmo ano, fui com o Cuper aos Emirados Árabes ver o Inter jogar (e não ganhar) o Mundial de Clubes da FIFA. Também fiz quatro posts durante a viagem (post 1post 2post 3 – post 4). Esse acompanhamento quase diário é muito legal para ler no futuro e se lembrar individualmente como foram todos os dias fora do país. Mas, lógico, durante a viagem em si às vezes é um saco parar para ficar escrevendo textos e editando fotos. Uma pena. Temos outras redes sociais que ajudam a nossa memória (Instagram e Twitter, principalmente), mas sem os RELATOS acabamos nos esquecendo de algumas coisas. Talvez as outras redes sociais sejam até as CULPADAS por eu não postar mais aqui. São mais INSTANTÂNEAS, e com certeza têm aplicativos que facilitam o seu uso, ao contrário de um blog, onde eu só consigo publicar sentado e teclando no computador – não no SMARTPHONE.

Entrando no assunto principal. Acabei de voltar de umas férias de 7 dias em Santiago do Chile e arredores. Juro que antes da viagem eu pensei em fazer o bom e velho acompanhamento em tempo real no blog, mas – adivinhem – não o fiz. Então, ANTES TARDE DO QUE NUNCA, resolvi começar a escrever esse post no dia seguinte à minha volta ao Brasil. Vou ver se consigo relembrar todos os dias da viagem, narrá-los e ilustrá-los. O Vavo velhinho de 2050 agradece.

Para ficar mais organizado (e não tão demorado para publicar), vou fazer os posts por dias. Hoje, apenas os dias 1 e 2 – no caso, quarta-feira (30 de agosto) e quinta-feira (31 de agosto).

Dia 1

Na verdade, a primeira foto é do dia 0. Chegamos no hotel/flat lá pelas 3 da manhã com esta disposição:

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Primeiro passeio do dia seguinte: uma volta pelo centrão da cidade. Como era de se esperar, nos deparamos com a Plaza de Armas. Esta é a Catedral Metropolitana de Santiago, que fica em uma das laterais da praça.

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Esticamos um pouco mais e chegamos na La Moneda, que é a sede da presidência do Chile. A praça que fica bem em frente, com as estátuas dos ex-presidentes, estava fechada com grades a sua volta. Dou 100 reais para quem souber o porquê daquela bandeira da Jamaica infiltrada no meio das bandeiras chilenas.

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Muito perto da La Moneda, achamos esse restaurante, que até o final da viagem seria o único buffet A KILO que encontraríamos. O nome do restaurante é GURMÁN – caso alguém ou nós mesmos queiramos achar no futuro.

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Seguindo nossa andança, fomos até o Cerro Santa Lucía. Lá que eu saquei minha câmera pela 1ª vez (as outras fotos eram do iPhone). Foi lá também que eu descobri que minha lente 18-55 estava quebrada no encaixe. Não sei como isso aconteceu. Um belo de um prejuízo. Até o fim da viagem, cada foto com a câmera boa teria que ser tirada com muito cuidado para a lente não desencaixar.

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Daí até o fim do dia, praticamente nos recolhemos no hotel. Eu, contudo, fui até uma loja de discos chamada NEEDLE para comprar os ingressos para o show do Get Up Kids que aconteceria no dia seguinte.

Dia 2

Começamos com um passeio à vinícola Concha y Toro, que fica a mais ou menos uma hora do centro de Santiago – mais por causa do trânsito do que pela distância em si. Era um tour fechado, que poderia ser encaixado no mais alto grau de turismo possível.

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Perdoem a ausência dos nossos PÉS na foto. A culpa é do guia que tem déficit de enquadramento:

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Admitam que leram PINOT GIRLS nessa placa. Que, aliás, é um ótimo nome de banda de meninas:

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Depósito de barris de vinho. Deram uma explicação enorme sobre a qualidade dos vinhos e dos barris que não me lembro exatamente (o grande diferencial é o tamanho dos POROS), mas recordo fazer a conta de cabeça na hora e calcular que todos esses barris da foto valem MILHÕES em vinho.

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Entre a vinícola e o show à noite, tivemos algumas horas livres não-programadas pela cidade. Então fomos até o bairro Patronato, onde eu havia me hospedado quando gravei o A Pé em 2013. Lojas populares, mas que não renderam muitas compras.

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(nenhum sentido essa flor)

Por fim, The Get Up Kids. O nome da casa era San Diego 1455 (que é o endereço do lugar, bem criativo). O show era para começar às 21h, SÓ QUE NÃO. Primeiro, esperaram até 21h45 quando o jogo Chile x Paraguai pelas Eliminatórias acabou. E foi 3 a 0 pro Paraguai. Tinha telão lá, e foi bem DEPRÊ. Segundo, ainda tinha uma banda de abertura local (não descobri o nome). Ou seja, o show foi começar lá pelas 22h45. Foi bem legal, contudo. Nunca achei que fosse ver Get Up Kids ao vivo. Inclusive, estava IRADO que não veria em São Paulo. Ainda bem que a tour sul-americana incluiu Santiago.

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UPDATE: subi esse vídeo no YouTube só para ilustrar o post. É um trecho de Red Letter Day, o grande hit do Get Up Kids. Gravei esses 50 segundos de música só para mandar depois no grupo do WhatsApp dos amigos da escola.

E estes foram os dois primeiros dias em Santiago. Nos próximos dias, farei os posts com os outros dias. Eu JURO. Podem me cobrar. É sério. Promessa é dívida. Farei. :)

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15 setembros depois.

11/09/2016

O post mais comentado* da história desse blog é o intitulado 11 DE SETEMBRO, escrito em 2010, onde eu conto o que estava fazendo no dia 11/09/2001, dia do atentado às Torres Gêmeas. Também pudera, o post se encerra com a pergunta “E vocês, onde estavam nesse momento?”, praticamente obrigando o leitor a interagir – o que gerou os 107 comentários no post até o dia de hoje.

Quinze anos depois, hoje é mais um aniversário dos atentados. Achei interessante compartilhar algumas fotos da região do Ground Zero que tirei na viagem que fiz a Nova York em fevereiro. Lembrando que, na era Instagram/Facebook/Snapchat, algumas poucas fotos são publicadas em tempo real, enquanto outras dezenas ou centenas de boas fotos acabam incógnitas dentro de HDs externos mundo afora. Não quero fazer parte disso.

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O dia não estava dos mais ENSOLARADOS, o que deu às fotos esse clima meio MONÓTONO.

Em 2011, também em Nova York, tirei essa foto abaixo. Recordo à época pensar “Ah, esse WTC novo nem é tão grande…” Mal sabia eu que ele ainda estava a 1/3 do caminho. Hoje, pronto, ele tem 1776 pés de altura (541 metros). 1776 é o ano da independência americana.

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P.S.: a observação do asterisco se refere ao post citado ser o mais comentado da história desse blog. Lembrando que o inavotnam no WordPress é uma importação/continuação do vaca, hospedado no antigo Blogger. Lá, o famoso post dos 500 comentários, de 2001, bateria esse recorde. Infelizmente, esses comentários estão perdidos, salvo parte deles no site de web.archive.org (posso escrever mais além sobre isso).

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P.S.2: o título do post é uma referência a um documentário que eu estava assistindo hoje à tarde no History Channel. Gostei do nome.


Vavolas Cage, o retorno.

08/09/2016

Nicolas Cage é um assunto recorrente nesse blog. Nem tão recorrente, na verdade. Ele apareceu por aqui duas vezes, ambas em 2011: no post em que eu publiquei 16 fotos dele em momentos diferentes da carreira e perguntei quem achava ele parecido comigo e quem não achava e no post em que eu apresentei o resultado dessa pesquisa.

Para poupá-los de um ou dois cliques, já antecipo o resultado dessa pesquisa: 54% das pessoas concluíram que sim, eu me pareço com o Nicolas Cage. As demais 46% concluíram que não. Esse debate, que pode chegar a níveis SOCO NA CARA de estresse, é uma das maiores polêmicas da história desse blog.

De qualquer forma, gostaria de agradecer a homenagem feita a mim na Calçada da Fama. Reconhecimento é tudo nessa vida.

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P.S.: eu não me acho parecido com ele, nem um pouco.

P.S. 2: vocês estão ligados que a taxa de manutenção da estrela na Calçada da Fama é de U$ 30.000 e deve ser paga pelo artista? Ou seja, se eu fosse nomeado de verdade, por qualquer motivo aleatório, eu estaria financeiramente ferrado.

P.S. 3: existem cinco “categorias” na Calçada da Fama: cinema, TV, música, rádio e teatro. Gene Autry é a única homenageada nas cinco categorias. Sim, ela tem 5 estrelas em 5 diferentes locais. Meu pobre sósia Nicolas Cage tem uma só (cinema, é claro).

P.S. 4: foto bônus. Percebam que as nossas mãos são do mesmo tamanho. (ns)

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RKC Waalwijk / com muito orgulho / com muito amor.

07/09/2016

Fui desafiado pelo Helinho para uma partida de FIFA há um tempo atrás. Acho que foi em 2014. Então imagino que era o FIFA 14, ou FIFA 15, sei lá.

Minhas desvantagens eram muitas:

1) eu nunca fui um cara de jogar FIFA, e sim Winning Eleven/Pro Evolution
2) eu nunca fui de jogar Xbox, e sim PlayStation;
3) eu não jogava videogame há alguns anos. O último jogo que lembro de jogar pra valer era o PES 2010, no PlayStation 2;
4) os botões de chute e cruzamento hoje são o contrário da minha época;
5) não sei jogar nesse direcional moderno 360º. Só sei jogar no que é uma CRUZ, mas aparentemente ele não funciona mais em jogos de futebol;
6) ele jogava em casa (ok, essa é meio bobagem, mas ainda é um pequeno fator).

Estou descrevendo minuciosamente essas desculpas pois perdi o jogo de 9 a 2. Existem outros agravantes, também. Ele escolheu o Barcelona para mim e o Real Madrid para ele. O Barcelona, por ser um time ofensivo, tem um preset no jogo com as linhas de defesa e meio campo bem avançadas. Dos 9 gols que levei, em uns 7 o jogador dele entrou livre por trás da zaga, que estava praticamente na linha central. Outro agravante: por eu não estar acostumado com o jogo, tive um jogador expulso bem no começo da partida por causa de um carrinho imprudente. No meu tempo, aquele seria um carrinho normal “de jogo”.

A minha decepção comigo mesmo é porque eu realmente era MUITO BOM no Pro Evolution. Bem melhor que todos meus amigos. Claro, estamos falando de 2005, 2006, 2007, por aí, quando a banda ainda morava junto. Eu era tão melhor que jamais escolhia Real Madrid, Barcelona, Milan ou o time que estava na moda. Eu escolhia o RKC WAALWIJK. Senão não dava jogo.

O RKC Waalwijk é um time holandês fundado em 1940 que nessa última década oscilou entre a primeira e a segunda divisão do país. Os craques da época ainda me lembro de cabeça: HOOGENDORP, centroavante matador; SINOUH, goleiro; PEPPINCK, volante; BRAZIL, meio-campista, que se destacava pelo nome; VERMAELEN, zagueiro, que posteriormente faria uma carreira de sucesso no Arsenal e até no Barcelona; e WEVERS, o goleiro reserva que eu colocava de centroavante para humilhar o adversário quando o jogo já estava ganho.

Em março de 2012 passei quatro dias em Amsterdam, incluindo um fim de semana. Foi inevitável olhar a tabela do Campeonato Holandês para ver se o Ajax jogaria na cidade, e eu então poder conhecer a bela Amsterdam Arena. Pois bem. Sim, o Ajax jogaria em casa no domingo. E o adversário seria o… RKC WAALWIJK!

Entrei no site do Ajax para ver os ingressos, mas eles estavam realmente muito caros. Como estava em cima da hora para o jogo, o ingresso mais barato custava cerca de 50 euros. Estávamos em duas pessoas, e o euro estava mais de 3 reais na época… Façam as contas e vejam que não sairia muito barata a brincadeira. Tudo bem. Apesar da coincidência absurda, eu não iria no jogo.

Na sexta ou no sábado anteriores ao jogo, a Maria Paula e eu andávamos por uma pequena rua no centro de Amsterdam quando vimos uma lojinha com uma placa: “COMPRE SEUS INGRESSOS PARA OS JOGOS DO AJAX AQUI”. Ah, não custava nada perguntar, né.  VÁ QUÊ…

– Oi, tudo bem? Qual o ingresso mais barato para o jogo de domingo?
– Temos esse aqui, de 10 euros*.
– 10 euros? Ajax x RKC Waalwijk?
– Sim.
– Me dá dois!

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Depois de entrar no estádio, entendemos como era possível ter um ingresso tão barato. Nossos dois ingressos, na verdade, eram para a torcida adversária. Ou seja, além de tudo, nós estávamos NO MEIO DA TORCIDA DO RKC WAALWIJK! Hahaha. Surreal. Percebam que a área era isolada dos demais torcedores, tendo inclusive uma proteção de acrílico não existente no resto do estádio – talvez para que objetos não fossem atirados pela torcida rival nos torcedores do anel abaixo.

O Ajax venceria o jogo por 3 a 0. Não tem problema. Pois a torcida seguia cantando: EU SOU RKC WAALWIJK / COM MUITO ORGULHO / COM MUITO AMOR (carece de fontes).

* O valor de 10 euros é uma estimativa. Não lembro do valor exato, mas era muito barato em comparação ao que tínhamos visto. Eu tinha uma foto desse ingresso, mas não estou achando. Se achar, atualizo aqui.

UPDATE:

Achei a foto na linha do tempo do meu Facebook. Cada ingresso custou a bagatela de € 11,25.

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No Day Shall Erase You From The Memory Of Time.

01/08/2016

Mais por preguiça do que por outro motivo, não fiz o tradicional álbum de fotos da viagem depois que Maria Paula e eu fomos a Nova York em fevereiro. Logo, exceto aquelas duas a três fotos por dia publicadas no Instagram, as demais ficaram privadas do conhecimento público, guardadas em um HD externo, não editadas e fadadas ao ostracismo.

Pois bem. Revelá-las-ei aos poucos na sessão do blog “Uma foto e uma história“, que é onde conto alguma história a partir de alguma foto tirada de algum momento da vida.

Esta foto abaixo foi tirada em uma terça-feira (dia 16/02, para ser exato). Sei que é em uma terça-feira pois o Museu Memorial ao 11 de Setembro era de graça a partir das 17h das terças-feiras. Façam as contas: 30 dólares X 2 pessoas X R$ 4,50 (a cotação da época) = IREMOS NA TERÇA-FEIRA.

O museu é muito maior do que eu poderia supor vendo-o pelo lado de fora. MUITO maior. A construção da entrada é relativamente pequena, mas avançando para baixo da terra e entrando nas áreas subterrâneas pertencentes aos antigos prédios, são andares e mais andares de museu. Tanto que imaginamos que das 17h às 20h seria tempo suficiente para ver tudo. Nem de longe. O último terço do museu fomos vendo enquanto éramos empurrados para fora pelos seguranças.

O espaço dessa foto abaixo era possivelmente o maior vão dentro do museu. Calculo que o pé direito devia ter mais de 20 metros, sem exagero. Esse foi o momento que conseguir fazer uma panorâmica (de iPhone) desse painel com o menor número de pessoas na frente. Embora eu quisesse que aparecessem algumas, justamente para servir de parâmetro para percebermos a imensidão do museu.

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Cliquem na foto para ela abrir GRANDONA na tela. A qualidade não é das melhores, pois além de ter sido tirada com o celular, o lugar era um tanto escuro. Dei um tapinha amador no Photoshop pra facilitar. ;)


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27/10/2015

Esse post é uma continuação do anterior. Lembram do assunto? Do close no telão do Toyota Center com o Jeremy Lin dando uma entrevista? Da foto de um 1 megapixel dentro da foto de 12 megapixels?

No caso dessa, é uma foto de 1 MB dentro de uma foto de 18 MB (pois a câmera agora é a então-recém-comprada Canon T2i).

Este senhor (sim, é um senhor!) estava tomando um banho de sol em uma área distante do Central Park no verão de 2011 quando eu o fotografei. No momento do clique, dada a minha distância da cena, eu estava na dúvida: era uma senhora de topless ou um senhor de fio dental?

Dando zoom na tela da câmera eu pude ver. Era um senhor de fio dental, pois. Belo look do dia.

Central Park fio dental edit1200


12 em 1.

13/10/2015

Com a alta resolução das fotos do mundo moderno, um simples canto de foto pode virar uma nova foto de resolução bastante aceitável. Usando como referência a Canon portátil que eu possuo, um pedaço da foto original de 4000 x 3000 pixels (12 megapixels) gera uma boa foto de 1200 x 800 (aproximadamente 1 megapixel), que é, geralmente, próximo do tamanho das fotos que colocamos nas redes sociais.

Esta foto abaixo é a parte superior central não redimensionada de uma foto que englobava não só o telão do ginásio, mas também boa parte da quadra e da arquibancada com os jogadores e torcedores celebrando a vitória. Abram essa foto em outra aba e percebam a qualidade da definição. E lembrando que essa foto foi tirada com uma câmera “amadora” – uma Canon PowerShot SX de lente fixa, mas com zoom óptico de 20x.

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Sobre o jogo: aconteceu dia 09/03/2014, no Toyota Center, centro de Houston. Eu estava com muito medo de ficar com a fama (comigo mesmo) de pé-frio, pois eu tinha ido a um jogo dos Rockets no ano anterior e eles tinham perdido para Golden State por 30 pontos (108 a 78 – post com fotos aqui). Contra Portland, que abriu o jogo com 10 a 0, a derrota era novamente iminente, após Houston estar perdendo por 13 pontos faltando 5 minutos para o término do jogo.

James Harden e Jeremy Lin, em noite inspirada, principalmente no último quarto e na prorrogação, salvaram minha pele. Tudo sobre o jogo, incluindo vídeos e estatísticas, estão nesse link.

Acabando a prorrogação, e um tanto atrasado, saí CORRENDO pela Polk Street em direção à casa de shows Super Happy Fun Land, onde o show da Fresno começaria cerca de uma hora depois. Fotos do show nesse álbum do Facebook.