DRIBLANDO O GOLEIRO

Pois então, deixem eu resumir meus últimos dias. Quarta-feira torci o pé jogando futebol. Saí do jogo mancando, mas fui diretamente para a casa dormir pois achei que não era nada demais.

No dia seguinte, ao acordar, mal conseguia encostar o pé no chão. Fui até o hospital, onde o médico disse para eu tirar um raio-x. Dirigi-me à sala, onde colocaram uma placa embaixo do meu joelho e apontaram a máquina também para o meu joelho. Foi quando eu falei “Ei, é no pé”, e o raioxisista respondeu “Mas na folha aqui diz que é no joelho”. Depois de alguns minutos, o convenci que era um erro de prescrição.

Ao analisar, o médico disse algo sobre ligamentos e mandou porem uma tala na minha perna. E o pesadelo estava de volta. Em 2001 (ou 2002), andei uma semana com tala e gesso e foi a pior semana da minha vida, talvez por morar numa casa de 4 andares e ter que subir andar e descer andar a cada instante.

No sábado à noite, depois de 60 horas carregando aquela perna morta de 20 kg, recebi uma segunda opinião de uma amiga médica fisioterapeuta, que me aconselhou a retirar a bota de gesso para aplicar sessões de gelo.

Agora, na segunda-feira, meu pé já está melhor, já posso andar (mesmo que me arrastando) e subir e descer escadas. Fim.

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