LUCIMAR

Acabei de voltar do cinema, onde fui ver o filme “E se fosse verdade”. Bom filme, uma boa história. A mulher morre (no início do filme, eu não estou contando o final) e volta pra falar com o novo morador da ex-casa dela, eles viram melhores amigos e no final têm um romance (ok, agora eu contei um pouco). Uma história comovente, e se eu não tivesse coração de pedra talvez escorresse algumas lágrimas, assim como minha amiga Mariana o fez.

Mas a parte legal é que durante o filme inteiro estava LÚCIO, o xerife da Seleção Brasileira, ao meu lado. Visivelmente emocionado com o filme, se escondia atrás de sua namorada para provavelmente não deixar que eu nem ninguém visse que ele estava lacrimejando. Sim, o zagueirão com cara de mau estava emocionado. Não vi ele chorar, NÃO QUERO ACUSAR NINGUÉM, mas que ele estava todo encolhido atrás da namorada, AH, isso estava. No final do filme, perseguimo-no até o estacionamento para tentar ver se seus olhos estavam vermelhos, mas a velocidade é uma boa qualidade de Lúcio, que largou em disparada e acabou com nosso plano.

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