MEDICAL DETECTIVES

Incrível. Achei um bolo de dinheiro dentro da minha pochete. Um bolo mesmo, umas 20 notas. “Caralho”, pensei, “daonde veio tanto dinheiro?”. Aí comecei uma busca nos meus arquivos de memória cerebrais sobre quando teria sido a última vez que usei a pochete. Uma ocasião qualquer não era. Sim, porque sair com um monte de dinheiro na rua e simplesmente não usar não era uma hipótese. Talvez fosse algum dinheiro da banda que eu deveria depositar no banco. Mas se eu levei pra depositar, por que ele estaria ainda comigo?

Depois de 20 minutos, ajudei-me com uma dica. Decidi CONTAR O DINHEIRO pra ver se o valor ajudava a me situar. Então, eram 225 reais. Começaram os minutos de fixação em cima do número 225. 225. 225. 225. 225.

Aha! Sim. Eram os 275 reais que o Cuper havia me dado referente à venda de ingressos do show do Opinião, menos 50 reais que ele já havia gastado antes de me entregar. E eu havia usado a pochete pela última vez em um ensaio, onde eu preciso de muitos bolsos e certamente estava com uma bermuda sem bolso. Mistério resolvido, Scotland Yard.

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