IMPOSSÍVEL

Sempre achei que a palavra “impossível” devia ser dividida em duas: uma quando é REALMENTE impossível, TEÓRICAMENTE IMPOSSÍVEL, que nunca vai acontecer, com probabilidade ZERO!, e não adianta esperar 298375289459284752984752984752894³ de anos que não vai acontecer e pronto; a outra quando é impossível só na PRÁTICA e, embora seja possível, também nunca vai acontecer, com probabilidade menor que 0.000000000000000000000000000000000000000000000000000001³, conhecida matematicamente como ZERO!

Não sei se me fiz entender.

Para o primeiro caso. É teoricamente impossível alguém desenhar um triângulo de 4 lados. É impossível e pronto. Ninguém vai conseguir, assim como não é possível nem imaginar isso acontecendo. É teoricamente impossível misturar azul e amarelo e resultar em preto. É teoricamente impossível um gato cruzar com uma vaca e nascer um cachorro.

Para o segundo caso. É impossível alguém pular por sobre um prédio de 200 andares. Sim, é impossível. Mas não é teoricamente impossível. Pode-se pular? Pode-se. Mas vão pular? Não. Quais as chances? ZERO. É impossível. Mas não teoricamente impossível. É impossível alguém saber todas as obras de Shakespeare de trás pra frente. Mas não teoricamente impossível. É impossível algum macaco treinado digitar todas as obras de Shakespeare num teclado escondido embaixo de um monte de cocô de girafa doente no sul do Afeganistão. Mas não teoricamente impossível.

Percebem a diferença? Hã?

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