SOL

Em 2000, no terceiro ano do Ensino Médio, o Dohms foi jogar uma partida de basquete contra o Colégio São Pedro, lá no ginásio deles. Só que o ginásio era uma bosta. Tinha janelões em cima, e por eles os raios de sol entravam e atrapalhavam a visão da equipe que estava atacando para um dos lados da quadra. A outra equipe não tinha esse problema. Me lembro de no momento do jogo pensar: “Se estamos sendo atrapalhados pelo Sol no primeiro tempo, eles estarão no segundo. Nada mais justo.”

Acontece que, no intervalo, um funcionário pegou uma escada super-gigante e, subindo até o topo do ginásio, FECHOU a porra da cortina que tanto nos atrapalhara no primeiro tempo. Obviamente, tudo estava planejado.

Fui reclamar com o técnico Pitu, dizendo “Olha lá, os caras estão fechando a cortina.” Achando que iria ser apoiado em meu protesto, recebi um “Pára de reclamar e vai jogar. Se eles querem ganhar roubando, que ganhem”, ou algo do gênero, como resposta. Perdemos o jogo, claro, pois não conseguimos tirar a vantagem de 15 pontos feita antes do intervalo. E eles ganharam desse jeito.

Por que falei isso? Porque agora de tarde joguei um futebol lá nas quadras sintéticas do Zequinha, que têm o mesmo problema do Sol, e tô com uma PUTA DOR DE CABEÇA por ter jogado uma hora com os olhos quase fechados e a testa franzida.

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